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O Som das Letras nasceu para partilhar a minha grande paixão pelos livros. Apesar de já se ter tornado um blog para reflexões pessoais, o fundamento da sua existência é o gosto pela literatura.
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Sinopse: Washington, D.C.: Robert Langdon, simbolista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro da Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros, Robert Langdon reconhece-o: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.
Quando Peter Solomom, eminente maçon e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.
Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconsebível.
Apesar de já me cansar de ler obras deste género, foi pela curiosidade e por já ter lido todas as obras de Dan Brown que me determinei em ler o seu último romance. Bem concebido, com muita investigação, O Símbolo Perdido terminou num trabalho muito bem feito; sem polémicas que já fizeram Dan Brown vender milhares de livros, mas sábio.
Por vezes procuramos segredos nos lugares mais obscuros, esquecendo-nos que o maior dos segredos está e sempre esteve diante de nós, camuflado, à espera que tivessemos a sapiência necessária para desvendá-lo.
Não sei de onde vem o meu fascínio pelas folhas que caem das árvores, principalmente as com os tons do Outono, mas dou por mim muitas vezes a apanhá-las do chão.
Alguma explicação?

A melhor coisa que temos na vida é a nossa família e nunca me canso de elogiar os meus pais por tudo o que fizeram por mim, pela educação que me deram e pela conduta que me ensinaram a ter.
Hoje, o dia é do meu pai!
Muitos parabéns, com o todo o meu amor e saudade
Da "menina do papá"
A Persistência da Memória, Salvador Dali
Hoje o Sport Lisboa e Benfica irá jogar com o Santa Clara, no Estádio de São Miguel, pelas 20:15 (hora dos Açores - menos 1 com relação a Portugal Continental e Madeira).
O título deste post não deve ser o mais apropriado, uma vez que neste jogo não vai haver uma equipa a jogar contra outra, já que o Santa Clara é uma espécie de Benfica em versão de discoteca.
Sempre que houve este encontro, quando o Santa Clara esteve na 1.ª divisão, eu nunca fui ver o jogo. É contra a minha religião ir ver o Benfica e ir para o estádio gritar pelo Santa Clara iria ser a mesma coisa. Fiquei em casa e não perdi nada de jeito.
Para aqueles que assistiram a estes jogos, não como adeptos das equipas em questão, mas pelo gosto da modalidade desportiva, aquilo foi um espectáculo patético, no mínimo.
Era ver os dirigentes e os supostos adeptos do Santa Clara a vibrar sempre que o Benfica marcava um golo!!! Pelo menos podiam disfarçar, não?
O SLB irá apresentar a seguinte equipa:
* Moreira (ui)
* Sheffer
* Keirrison
* Urreta
* Weldon
* Nuno Gomes (ui ui)
* Luís Filipe
* Felipe Menezes;
* Sidnei
* Balboa
* Jorge Ribeiro
* Doublas Pires
* Rúben Pinto
* Roderick Miranda
* Danilo Pereira
* Tiago Ribeiro
* Jean Silva
Sei que percebo pouco de futebol, mas onde estão as supostas estrelas?
À laia de Óscares, não agradecendo, mas desculpando, eu quero pedir desculpas a todos os benfiquistas que me conhecem e que partilham a sua vida com a minha. Há coisas que não mudam e o meu amor ou a falta dele por ambas as equipas perdura.
Antídoto, de José Luís Peixoto, é uma novela de contos inspirada no universo musical do disco The Antidote dos Moonspell.
Gosto muito da literatura de José Luís Peixoto, um jovem escritor que já deixou de ser a revelação da literatura portuguesa contemporânea e passou a fazer parte dos grandes nomes da nossa literatura.
Deixo-vos com uma passagem da obra, uma das minhas preferidas:
"Somos o medo. Conhecemos tantas histórias. Todos os amantes que olham pela janela e imaginam que se perderam para sempre. Todos os homens que, num quarto de hospital, abraçam os filhos. Todos os afogados que, pela última vez, levantam a cabeça fora de água. Todos os homens que escondem segredos. E tu? Escondes algum segredo? Não precisas de responder. Conhecemos a tua história. Vimos-te mesmo quando não nos vias. Vemos-te agora. Escondes algum segredo? Responde quando te olhares ao espelho. O teu rosto duplicado: o teu rosto e o teu rosto. Quando vires os teus olhos a verem-te, quando não souberes se tu és ou se o teu reflexo no espelho és tu, quando não conseguires distinguir-te de ti, olha para o fundo dessa pessoas que és e imagina o que aconteceria se todos soubessem aquilo que só tu sabes sobre ti. Nesse momento, estaremos contigo. Envolver-te-emos e estarás sozinho."
in, Antídoto, pp.9
Não sei se foi da rádio M80, a qual me acompanha durante todo o expediente, se de algumas saudades de momentos vividos no passado, hoje ao ouvir Stairway to Heaven, dos Lep Zeppelin, a nostalgia veio.
Essa música nem faz parte do meu crescimento, uma vez que nasci em 1978, mas as grandes melodias da década de 70 acompanharam-me durante toda a minha adolescência, talvez por ter sempre convivido com pessoas mais velhas do que eu.
Não sei porquê (ou talvez saiba), lembrei-me muito do meu eterno amigo Jota e de muitas outras coisas boas que se passou.
O meu pensamento foi para ti, Jota
Sou um antigo amigo da carol o picoence perdi o co...
Olá.É verdade. Os Açores são de uma magia única. S...
É realmente fabuloso..só quem nunca esteve nas mág...
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ADOREI O LIVROOOOOO !